segunda-feira, 24 de abril de 2017

O INCERTO CENÁRIO POLÍTICO PARA AS ELEIÇÕES DE 2018 NO BRASIL – OS SOBREVIVENTES DA LAVA JATO. (PARTE 7)

O INCERTO CENÁRIO POLÍTICO PARA AS ELEIÇÕES DE 2018 NO BRASIL – OS SOBREVIVENTES DA LAVA JATO. (PARTE 7)

Levei boa parte da vida esperando que a 'democracia' resolvesse algo, para vir a polícia e fazer o trabalho que as urnas não fizeram, ou seja, de pelo menos mostrar que não há joio e trigo a ser separado.



Se for votar em menos pior (nesse caso quem não foi citado, ainda...) sobram os até então mais asquerosos. Melhor anular.

Não precisamos eleger políticos para fazer pressão e conseguir melhorias. A sociedade organizada pode muito mais. O problema é mobilizar pro bem. Para o mal sempre haverá quem mobilize. Fazer os menos pensantes de massa de manobra é muito fácil, basta ter um pouco de carisma.



Mas mobilizar pro que realmente muda algo é quase impossível. Mas votar é mais ineficiente ainda. Ou seja, você estará dando um cheque em branco pros políticos, junto com banqueiros e empreiteiros gastarem como quiserem.

A Polícia Federal vem fazendo a sua parte, ela deu nome aos bois e hoje sabemos (o que já sabíamos) quem rouba e quanto rouba. Vivemos numa Matrix, achando que podemos influenciar em algo com a ponta dos dedos. Mas só damos carta branca pros ratos atuarem.



Muitos dirão que a polícia só atua contra o PT. Contra o PT? Não é isso que os nomes delatados estão demonstrando. Esse discurso de vitimização já está ficando obsoleto. É um dos motivos pelo qual a esquerda tupiniquim se desmoralizou.

Mas isso é bom pro Lula e pro PT. Quanto mais elegerem o Lula como inimigo a ser batido, mais forte perante seus cegos adoradores ele ficará. A única maneira dele não se eleger é indo pra cadeia. Sem isso, ele se elege fácil. Não por ser ou ter sido bom, mas pelo fato de ter seguidores fiéis e cegos.

                      

Nesse quesito, o Bolsonaro vai na mesma linha, quanto mais o acusam de homofóbico, racista, fascista... Mais ele cresce, graças ao mesmo tipo de seguidor cego.

Quem tem juízo em 2018 será anti petista, anti peemedebista, anti peessedebista, anti pedetista, anti pepeista... Anti a porcaria de partidos e políticos. Pois quem dá as cartas aqui são os banqueiros e os empreiteiros.


Não se esqueça da pílula vermelha. Aquela que não deixa dourar a outra pílula.

O INCERTO CENÁRIO POLÍTICO PARA AS ELEIÇÕES DE 2018 NO BRASIL – OS SOBREVIVENTES DA LAVA JATO. (PARTE 6)

O INCERTO CENÁRIO POLÍTICO PARA AS ELEIÇÕES DE 2018 NO BRASIL – OS SOBREVIVENTES DA LAVA JATO. (PARTE 6)

Desde que o mundo é mundo é assim. Temos a ilusão de votar e eleger alguém. Mas com as mesmas empresas bancando a campanha de qualquer que seja o lado, o vencedor será sempre o mesmo.



E ainda tem um bando de idiotas que se dizem de esquerda, ou de centro ou de direita. Nós não fomos, não somos e não seremos jamais quem decide eleição.

Partido político é banca de negócio (ou negociata) e político é agente do sistema financeiro industrial, seja ele da direita, do centro ou da esquerda. Por isso voto nulo. E continuarei votando enquanto os políticos tupiniquins estiverem alinhados ao Consenso de Washington.



Mas se você quiser continuar sendo enganado, continue achando que pode fazer alguma diferença. Um dia você acorda. Enquanto isso, vá escolhendo o menos pior. Será que pra casar e para ter amigos é assim também?


Depois da bifurcação afunila de novo rumo a vala comum da política. Só não enxerga quem é cego, ou quem se nega a ver. Continuemos com a pílula azul da auto enganação.


O INCERTO CENÁRIO POLÍTICO PARA AS ELEIÇÕES DE 2018 NO BRASIL – OS SOBREVIVENTES DA LAVA JATO. (PARTE 4)

O INCERTO CENÁRIO POLÍTICO PARA AS ELEIÇÕES DE 2018 NO BRASIL – OS SOBREVIVENTES DA LAVA JATO. (PARTE 4)

O risco de um Bolsonaro, para o cidadão comum é zero. Não temos o que temer em relação a ele e quem ele escolher para ministros num eventual governo seu. Porém, alguns retrocessos serão evidentes. 

Ele é contra demarcar terras indígenas (vale lembrar que temos índios e índios, alguns precisam de preservação, pois nunca tiveram contato com o ‘branco’), é a favor de latifundiários, é armamentista (imagina o desastre de milhares de armas nas mãos de qualquer um), é homofóbico, é racista, é a favor de um estado gigantesco, é militarista, e o principal, é contra os 'direitos' humanos. 



Já viu que terá muitos inimigos declarados e outros tantos velados. Mas para mim, ele não federá e muito menos cheirará, como sempre.



É o discurso de ódio que agrada a minoria, aliado a proselitismo que vai de encontro aos menos estudados que vale para o Bolsonaro. Ele vai ganhar voto dos radicais de direita, mas não conseguirá fazer a vontade deles. Senão levará um impeachment, igual a Dilma Rousseff, pois a nossa constituição não permite todas essas baboseiras que ele propaga.




É isso que eu digo sempre, a democracia que temos é essa que está aí, viciada e invertida. Não a diogiana, a que sonhávamos quando jovens e víamos a intervenção militar se esvair. Nessa falsa democracia é o congresso e não o povo que dá o tom da música.

O INCERTO CENÁRIO POLÍTICO PARA AS ELEIÇÕES DE 2018 NO BRASIL – OS SOBREVIVENTES DA LAVA JATO. (PARTE 3)

O INCERTO CENÁRIO POLÍTICO PARA AS ELEIÇÕES DE 2018 NO BRASIL – OS SOBREVIVENTES DA LAVA JATO. (PARTE 3)

Hoje os nomes fortes para um segundo turno seriam os de Marina Silva, Ciro Gomes, Jair Bolsonaro e Geraldo Alckmin. Mas vai depender da recuperação de algum estado e de um destaque na Prefeitura de visão nacional, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Salvador.

Por esse prisma, Alckmin só dependeria do Dória. Se ele arrebentar na prefeitura paulista, coloca um pé do seu tutor no planalto. Entretanto, vai depender da ambição da criatura, que pode até mesmo se voltar contra o próprio criador. Além do mais a Lava Jato já mostrou que o governador paulista está enlameado no esquema de corrupção e propinas.



Claro que sempre haverá o PMDB, e como ele sempre fez, se aliará a algum candidato forte, caso não consiga criar o seu próprio. Mas, convenhamos é impossível de governar sem eles em uma ‘democracia viciada’, como a que vivemos.


Nossa democracia é de coalizão e não plebiscitária. E é isso o que a esquerda, radical ou não, ainda não entendeu. Se não houver uma união entre ela, fazendo um único partido, com suas alas mais e menos radicais, ela não ganhará nunca mais sequer uma eleição local, quanto mais uma nacional.


domingo, 23 de abril de 2017

O INCERTO CENÁRIO POLÍTICO PARA AS ELEIÇÕES DE 2018 NO BRASIL – OS SOBREVIVENTES DA LAVA JATO. (PARTE 2)

O INCERTO CENÁRIO POLÍTICO PARA AS ELEIÇÕES DE 2018 NO BRASIL – OS SOBREVIVENTES DA LAVA JATO. (PARTE 2)

O brasileiro abomina comportamento radical. O Lula para ganhar eleição se transformou do esquerda radical do discurso em Lulinha paz e amor e amigos dos amigos e dos antigos desafetos na prática. Só que dessa vez a esquerda açaí tupiniquim queimou todos os seus possíveis candidatos.



Nessa conjuntura, o PMDB e o PSDB não se aliam mais aos partidos de esquerda que se enfraqueceram e ganharam status de leprosos graças ao PT. As diferenças entre eles está mais visível do que entre os descerebrados de direita e esquerda que disputam na internet para saber quem está sendo mais enganado.

Geraldo Alckmin apostava em vir forte. Pois se o Dória fizer uma prefeitura razoável ele ganha no geral no sudeste. Porém, com seu governo acusado de diversos mal feitos, seu nome não é o mais indicado pelo centro ambidestro.



A esquerda deve vir de alguma companheira de grelo duro, como a Vanessa Graziotin, Marina Silva (como uma tartaruga na rede) ou Gleisi Hoffman (apesar de denunciada), para agradar o empoderarmento das mulheres feminazis.

Ciro Gomes viria como uma alternativa de centro-esquerda aos moldes do lulismo e Jair Bolsonaro de centro-direita ambas truculentas, esse último deve cobrar apoio dos partidos de centro e de direita devido ao desequilíbrio que causou nessa eleição no Rio de Janeiro, fazendo-a pender para o lado direito da balança política.



Esses dois brucutus da política nacional são falastrões e em geral falam muito e não tem feito nada de bom (e de ruim também). Ou seja, são figuras nulas durante quase toda vida política e praticamente inúteis para o país. Deveriam nem feder, muito menos cheirar. Mas como a carência de nomes está posta, devem ser muito bem votados.

Pro segundo turno seria um Alckmin da vida (ou alguém que for consenso no centro-direita na época da eleição e tiver menos rejeição) e mais um do lado direito, que pode ser até mesmo o Bolsonaro, que vem crescendo segundo a opinião pública.

Michel Temer não virá candidato, se viesse roubaria votos do centro-direita dividindo com PSDB e da centro-esquerda de Ciro Gomes. Esse roubar é apenas no sentido figurado, deixo claro.



Lula não vem mais, apesar de se dizer candidato. Não conseguirá se desamarrar a tempo de tantos processos. Além do mais sua rejeição está estratosférica e muitos de seus seguidores já estão acordando e aprendendo a fazer contas.

O INCERTO CENÁRIO POLÍTICO PARA AS ELEIÇÕES DE 2018 NO BRASIL – OS SOBREVIVENTES DA LAVA JATO. (PARTE 1)

O INCERTO CENÁRIO POLÍTICO PARA AS ELEIÇÕES DE 2018 NO BRASIL – OS SOBREVIVENTES DA LAVA JATO. (PARTE 1)

Durante 13 anos os políticos pseudo socialistas/comunistas no Brasil e na America Latina tentaram e ainda tentam em alguns países implantar um regime autoritário conhecido como bolivarianismo, em homenagem a Simón Bolívar, um dos ‘libertadores’ da América.

Vai ser difícil de conseguirem o intento. O lulismo conseguiu ser quase maioria no legislativo, no executivo e no judiciário e não conseguiu implantar o bolivarianismo aqui no nosso país, e nos demais do entorno as ideias chavistas de uma América uma está indo para o espaço.

Pior do que o bolivarianismo é o pentecostalismo político que se avizinha. Acho que os crentes cristãos não católicos serão a maioria no país em breve, e votarão em massa em seus representantes, capitaneados por pastores que amam a discórdia e são preconceituosos, porém a grande maioria desses crentes é de paz.



Eu sou ateu não militante e digo sempre, os que mais arregaçam as mangas para me auxiliar quando o assunto é ajuda na educação das crianças, em projetos pedagógicos ou esportivos para as escolas, bem como na captação de recursos financeiros e humanos para eventos e festas comunitárias são justamente os crentes evangélicos.

Sendo assim, prefiro um evangélico no poder do que um bolivariano. É essa a difícil escolha que teremos que fazer nas próximas eleições. Mas cá dentro de mim, torço para que surja um candidato liberal, moderno e se possível, honesto.



Não tenho medo de crente. Prefiro um crente batendo em minha porta do que um trombadinha batendo a minha carteira. O meu socialismo é isso que citei acima e não o bolivarianismo que tentam nos impor através de discursos 'mal feitos'.

Os papagaios de classe média que nunca tiveram dificuldades na vida e que estudaram com pseudos torturados e comunistas não convencem mais ninguém (só essa gurizada que mal sabe ler e escrever, mas ouve qualquer coisa que eleja um inimigo comum).




Sendo assim, creio que um candidato de centro, religioso, estatizador (pseudo estadista) e falso moralista vencerá a eleição de 2018, e se houver segundo turno disputará com outro de direita acerola tupiniquim. 

MSN

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